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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Desventuras: Evento - Clube do Livro Saraiva




Olá pessoas, tudo bem? Quem fala aqui é o Digão, e como sou eu que cuida do “papo nerd” aqui no blog, não poderia deixar de contar como foi o último clube do livro Saraiva – que foi totalmente fora do comum!

O evento ocorreu nesse sábado, 19, realizado na Saraiva do Botafogo Praia Shopping, onde tivemos aquele papo muito aberto e como sempre animado, comandado por nossa Queridíssima Frini Georgakopoulos, com a participação dos autores Fernanda Nia de “Como eu realmente” e P.J. KAIOWÁ de “Carnívora” - são duas grandes obras que realmente recomendo para vocês.



O tema dessa vez foi Quadrinhos, e eu realmente amei o tema, geralmente eu vou em todos os clubes do livro, mas esse em especial me chamou atenção, pois é uma área que me identifico! E para quem não sabe o clube ocorre todo o mês, sendo mediado pela escritora Frini, é um bate papo entre leitores sobre os livros escolhidos naquele mês – o divertido é que quando tem vários leitores reunidos sempre damos nossos surtos e todos acham normal!


Durante o evento foram abordados vários temas como a desvalorização dos designers e dos quadrinhos no Brasil (apelidado de Gibi), a falta de respeito com esse gênero literário, as dificuldades de mercado no território nacional, dentre muitos outros assuntos. Foi um dos melhores clubes do livro que já fui e espero por mais daqui pra frente!


Eu vou ficando por aqui, um forte abraço e tchau ✌

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Saga Três Luas: Livro 1 - Lua Azul

Por: Ingrid Moreira 

“Os últimos grãos estão para cair. O dia está se aproximando: está chegando o momento em que o mal no Planeta Azul causará desequilíbrio n'A grande balança. ”

Hoje vamos falar de um gênero que não é tão comum aqui no Blog. Já ouviu falar de light novel? Então, basicamente é como se fosse um anime em formato de livro, ou seja, é uma história no formato que já conhecemos, porém dentro do livro você encontrará ilustrações no estilo mangá! E o mais legal é que um autor brasileiro foi o primeiro a trazer esse gênero para o Brasil. 

Fred Oliveira é Youtuber do Canal Anime Whatever e veio com sua primeira obra em grande estilo! Para quem é otaku e adora um Shounen irá se identificar com essa história, mas se você não conhece esse universo posso garantir que esse enredo será no mesmo estilo das histórias de Percy Jackson ou os Legados de Lorien - ou seja, MUITO BOM!! 

Quem não gosta de uma história com uma boa mitologia, várias cenas de pancadaria, personagens divertidos e com seres alienígenas? Já viu no que isso vai dar né? hahah Então vamos a história!

Uma grande balança determina o equilibro do universo, e quando esta começa a reclinar, uma misteriosa raça alienígena que é a responsável por monitora-la estará incumbida por exterminar o planeta, caso ele cause o desequilíbrio e ameace todo o universo. E o planeta da vez será... a Terra!

O melhor é que até Galileu Galilei entrará na história... Sabendo que o Planeta Azul seria o próximo da lista para a destruição, Galileu junto com seus discípulos criaram sete armas capazes de deter o extermínio. E ao serem passadas de geração em geração, elas serão descobertas no ano de 2064, e caíram nas mãos de adolescentes...

Agora pensa, um jovem já tem seus conflitos internos nessa fase, imagina ele descobrir que será o responsável para proteger o seu lar? Assim, só eu que pensei numa explosão no meu cérebro ao descobrir isso? Hahaha

Aqui encontraremos Katsuma, Iyo, Akio e muitos outros personagens que terão que enfrentar todos os seus conflitos e diferenças e se preparar para enfrentar aquilo que jamais passaria por suas mentes.

Sou um ser muito viciado em animes, mangás e livros de ficção fantástica, então quando eu vi tudo isso num livro eu simplesmente surtei hahaha. A forma como a história vai se desenrolando, nos faz ficar agarrados no livro e com uma escrita leve e fluida Fred consegue nos prender do início ao fim!

Você encontrará de tudo um pouco, ação, mistérios, aventuras, aquelas crises de amizade/amor, misturado com algumas cenas com armas que o fará se sentir um dos personagens desse universo. Com o passado misturado a uma Tóquio do futuro, somos bombardeados com várias cenas que nos fará entrar de cabeça nessa Saga.

Teve um pequeno trecho durante a leitura que não sei se foi um erro intencional ou não, mas se foi a segunda opção posso dizer que nem no livro o autor conseguiu se livrar do seu selo de “Fredisse” (entendedores entenderão) na escrita.

Só digo uma coisa: VOCÊ ME DEIXOU SUPER CURIOSA PARA SABER O QUE VAI ACONTECER NO PRÓXIMO LIVRO!!

sábado, 19 de agosto de 2017

Domingão Nerd

Por: Rodrigo Silva (Digão)


Fala meus queridos nerds, tudo tranks? Bom, depois de muito tempo, finalmente chegamos a parte da literatura que todo mundo ama e a partir de hoje começamos o “Domigão Nerd”. Aqui, eu vou conduzi-los por essa nossa jornada, e para iniciar vou explicar para vocês a diferença entre Mangá e HQ, vamos lá?

Bem, vamos começar com o mangá. Mangá é o nome dado às histórias em quadrinhos de origem japonesa. A palavra surgiu da junção de dois vocábulos: “man” (involuntário) e “gá” (desenho, imagem). Ou seja, mangá significa literalmente “desenhos involuntários”.

Embora as primeiras manifestações dos quadrinhos japoneses datem ainda do século XI, com caricaturas cômicas de animais chamadas “chôjûngiga”, foram necessários 600 anos para que o termo “mangá” efetivamente surgisse.

Foi em 1814 que o pintor Katsuhika Hokusai lançou o primeiro encadernado contendo uma coleção de histórias com desenhos sequências. A série, que teve 15 volumes, foi batizada de “Hokusai Mangá”. A partir daí os quadrinhos japoneses passaram a ser chamados de “mangás”, no entanto, essa denominação seria consolidada somente no Japão pós- Segunda Guerra, já nos anos 1950, com as obras de Osamu Tezuka.

Já as HQ’s são um tipo de arte feita por artistas com talento muito especial, pois misturam texto e desenho de maneira única! A diversidade de formatos, de histórias e de personagens das HQs é enorme. As bancas de revistas refletem bem essa realidade, pois é nelas que podemos encontrar todo tipo de publicações com histórias em quadrinhos, de vários lugares do mundo.

Há bastante diferença entre uma história em quadrinhos e uma tira de quadrinhos. A história geralmente é mais complexa e elaborada, sendo publicada em revistas ou livros. Quando a HQ é mais elaborada, com desenhos mais artísticos e texto mais abrangente, costuma-se chamá-la pelo nome inglês graphic novel (expressão que, traduzida literalmente para o português, seria “romance gráfico”). Já a tira de quadrinhos é mais simples, consistindo numa sequência simples de poucos quadrinhos (geralmente cinco, no máximo), um ao lado dooutro. Raramente constitui uma história completa, sendo quase sempre uma piada contada em poucos quadros. O autor tem de ser bem sintético, para conseguir o máximo de conteúdo em pouco espaço, enquanto na HQ o artista pode se estender indefinidamente, a critério da editora que a publica. Quase sempre a tira é publicada apenas em jornais.

E como falar de HQ sem mencionar as maiores editoras desse Segmento? É isso mesmo MARVEL e DC comics

Marvel Comics é a linha editorial de banda desenhada ou história em quadrinhos da Marvel Entertainment, pertencente à Walt Disney Company ao ser comprada em 2009, por 4 bilhões de dólares. Com sede na 387 Park Avenue South, em Nova Iorque. O Universo Marvel é o universo compartilhado onde as histórias em quadrinhos americanas e outras mídias publicadas pela Marvel Comics acontecem.

A DC Entertainment é uma editora norte-americana de histórias em quadrinhos e mídias relacionadas, sendo considerada uma das maiores companhias, ligadas a este ramo no mundo. A empresa é subsidiária da companhia Time Warner e detém a propriedade intelectual de muitos dos mais famosos personagens de quadrinhos daquele país, como Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Flash, Aquaman, Arqueiro Verde, Asa Noturna, Caçador de Marte, Shazam e seus grupos como Liga da Justiça da América, Sociedade da Justiça da América, Novos Titãs, Renegados, Aves de Rapina, Patrulha do Destino, Legião dos Super-Heróis, All-Star Squadron, entre outros. Por décadas a DC tem sido uma das maiores companhias de quadrinhos daquele país. Originalmente, a companhia era conhecida como National Comics e com o tempo passou a adotar a sigla "DC" que originalmente se referia a Detective Comics, uma de suas revistas mais vendidas (a qual é publicada até hoje e apresenta histórias do Batman).

Bem galera espero que todos tenham gostado e espero o retorno de vocês e na semana que vem eu vou falar um pouco sobre .... hehe você achou mesmo que eu iria contar? Te espero domingo que vem tchau 😊

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Clássicos de Quinta: Chapeuzinho Amarelo

Por: Claudio Jr



Um é bom, dois é excelente!

Chapeuzinho amarelo é o encontro de dois autores que merecem respeito! Com o texto de Chico Buarque e a ilustração de Ziraldo esse livro infantil encanta não só crianças como também adultos.


Chico Buarque de Holanda é poeta, compositor, cantor, teatrólogo, autor e escritor.  Ziraldo Alves Pinto, não fica por baixo! Além de artista gráfico, é também: Pintor, cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, empresário, caricaturista e escritor. Com esse currículo não tinha como um livro sendo infantil ou não, ser menos que maravilhoso! 


Agora, Vamos à obra?

"Era a chapeuzinho amarelo
Amarelada de medo,
Tinha medo de tudo,
Aquela chapeuzinho já não ria.
Em festa, não aparecia.
Não subia escada 
Nem descia.
Não estava resfriada 
Mas tossia
Ouvia conto de fada 
E estremecia.
Não brincava de nada
Nem de amarelinha.” 

Pense em uma menina medrosa! Pensou? Este ai um exemplo.
Chapeuzinho e uma menina que vive atormentada por seus fantasmas mentais, que no livro são representados por um "lobo", que apesar de ela nunca ter visto, tem total certeza de sua existência.

"Um lobo que nunca se via,
Que morava lá pra longe,
Numa terra tão estranha...
Vai ver que o tal lobo nem existia"

Por causa desse medo ao extremo a chapeuzinho se isola de sua vida social e do mundo,  assombrada pela nuvem negra do medo. Até que um dia de tanto temer o tal lobo ela o encontra. 

Fico pensando nesse enfrentamento, ela diante de seu maior pesadelo, diante de sua fobia, seu demônio mental. Como ela o enfrentou? Vale a pena ler pra saber.

A leitura dessa historia se torna doce e suave pelo tom poético que Chico Buarque transmite em cada frase da obra, juntando com cada ilustração de Ziraldo, que a cada pagina desenhou obras de arte merecedoras de um quadro para por na sala! 

Por várias vezes vi a chapeuzinho sendo nossa criança interior, que talvez a cada momento inventa um medo e se esconde dele. Afinal, por que nos esconder daquilo que não vemos? Ou temer algo que nem aconteceu?

No momento que ela encontra seu maior medo, sua visão muda, sua ideologia muda, inclusive sua convivência social e familiar se transforma. Como no inicio vimos "mesmo sem resfriado ela tossia", por já estar sendo afetada pelo medo e sem enfrenta-lo. 

Estar diante de nossos "lobos" psíquicos são necessários muitas vezes para nossa libertação e bem estar, pra aprendermos coisas sobre nós mesmos que nem imaginávamos estar lá, então mergulhem nessa poesia eu garanto que você pode gostar. 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Um milhão de mundos com você

Por: Débora Farias




“Como ficar de luto por uma versão de você mesma?”

Chegamos ao terceiro e último livro da trilogia Firebird, da autora Claudia Gray. E se você não leu os livros anteriores, por favor, clique nas resenhas aqui: Mil pedaços de você (Livro1) e Dez mil céus sobre você (Livro 2). Se você já fez tudo isso, ou se já leu os livros e surtou como eu. Seja bem-vindo mais uma vez ao multiverso.

Após aquele final gritante de Dez mil céus sobre você, nos encontramos em mais um desafio, nossa heroína Marguerite terá que lutar contra ela mesma, ou melhor, contra sua versão do Triadeverso, a carinhosamente apelidada por “Do Mal”. Imaginem uma versão sua tentando te matar em todos os universos com um único objetivo destruir toda e qualquer chance de salvação de todo o multiverso, Imaginaram? Bizarro né? Agora somem essa loucura a um relacionamento estremecido por culpa de uma fragmentação. Nossa Meg ta bem lascada!

Nesse livro temos o famoso tudo ou nada, ou salvamos o universo e suas inúmeras dimensões ou perdemos tudo, inclusive o amor de sua vida. 

No desenrolar das páginas conseguiremos entender os motivos da “Do Mal’ ser assim, os motivos que levaram o Tríadeverso a quase causarem o caos nas dimensões. E ainda descobriremos se existe ou não futuro para Meg e Paul. E se o nosso menino Theo será feliz.

Eu amei o livro inteiro, ele tinha toda a ação que um encerramento com esse merecia. E pausa para uma declaração: CLAUDIA GRAY QUE GANCHOS VOCÊ DEIXAVA! TENHA PENA DA LEITORAA! HAHA. 

Desabafos a parte, o que eu amei nesse livro não foi apenas o Multiverso, ou o fato de ser o momento de triunfo ou derrota de uma heroína. O que eu amei nesse livro foi vermos não apenas a “Viajante Perfeita”, nele nós conseguimos ver de forma palpável, a Meg de 18 anos, apaixonada, amedrontada, petulante, guerreira e corajosa. 

Claudia Gray foi simplesmente incrível com esse livro. Um milhão de mundos com você soube costurar tudo isso, soube traçar o futuro não só de nossos protagonistas como de todos os secundários que faziam parte da história. Claudia não deixou nenhuma ponta solta, todas as pontas que existiam no desenrolar da série, são de fato seladas neste volume. 

O incrível dessa trilogia, é o fato dela nos mostrar que o mundo pode estar acabando ao nosso redor, mas quem tem o controle do nosso futuro, são as nossas escolhas, nossos sentimentos, nossas crenças e  nosso caráter.

 Me despeço dessa trilogia com gosto de saudades e acima de tudo grata por ser apresentada a um universo totalmente novo e a esses personagens incríveis.


Cartas Para Uma Falsa Dama

Por: Camila Santos

"Fora por mero acaso que a escolhera. Céus, como tivera sorte! Pensar numa vida, num futuro sem ela era insuportável. Uma tortura! Tristan não fazia ideia de como ela fazia isso, mas, por vezes, apenas por estar na companhia de Francesca, o mundo se ajustava. "

Já começo essa resenha dizendo que ganhei mais um crush literário e a piriguetagem não para! Vocês sabem que aqui no Um livro, por favor?, os romances de época são sempre amados e acarinhados não só por todo o cortejo dos amantes, mas também porque adoramos sofrer com as complicações que eles passam pra poder chegar ao final feliz. 

Em "Cartas para uma falsa Dama" não foi diferente comigo e eu só tenho amores por esse livro. Ele conta a história de amor entre Tristan e Francesca, um casal que apesar de já estarem casados, não se veem há dois anos. 

Francesca, uma moça completamente apaixonada, escreve constantemente cartas a seu marido sem ser correspondida durante esses dois anos em que ele esteve fora a mando do ducado, pelo menos é nisso que ela acredita. Até que um dia Tristan volta a sua vida, e não é com boas notícias. Porém essa situação triste pode quem sabe salvar o casamento que eles imaginavam estar por um fio.

Não que uma simples viagenzinha juntos vá concertar o turbilhão de "poréns" e maus entendidos que esse tempo afastados causou entre os dois – e eu sinceramente adorei como um completa o outro em personalidade. Sabe aquele ditado "Os opostos se atraem"? Gente, eles dois são a tradução dessa frase, e são tão fofos que me peguei tendo um crush na Francesca também, Jesus me acode! Ela é uma doçura de personagem, inclusive, meu oposto. (Sorry sociedade, KKK) 

A escrita da Carol é bem tranquila, fluida e fácil de acompanhar, apesar disso consegue te prender de uma forma que você não imagina. Eu li o livro em 3 dias, gente! 3 DIAS!

Se você não tem o hábito de ler livros de época eu super indico esse como um exemplar pra se iniciar essa paixão, leiam em um fim de semana também, porque vocês não vão querer parar um segundo, e SE JOGA! 


Imperfeito

Por: Camila Santos   

“Isso que eu quero para mim? Viver escondido? Correr o risco de ser espancado como esse garoto? Eu quero virar alvo de piadas e ódio onde quer que eu vá? Esses pensamentos invadem minha mente de uma só vez e sinto uma pontada de dor. Não só na cabeça, mas também no peito. Eu não quero essa vida para mim... Eu não posso ter essa vida.”

Antes de me apresentarem o livro Imperfeito eu ainda não conhecia o Robson, e acredito que o conheci em grande estilo! 

O livro conta a história de Daniel, ou Dani para os íntimos, um garoto que mora na Zona Sul de São Paulo e como todos os adolescentes está se descobrindo e aprendendo como a vida funciona.

Quando começamos a leitura já damos de cara com uma situação que nos diz sobre do que se trata o livro, e talvez até choque um pouco o leitor. Sem dúvidas, explica o conflito a ser tratado no decorrer da história e vou dizer a vocês que nunca tinha lido um livro com o tema a descoberta da homossexualidade, e tudo o que envolve esse assunto o Robson teve a delicadeza de nos dizer através dos olhos do Dani. 

O enredo se desenrola entre as primeiras situações, sentimentos conflituosos, dúvidas, preconceito e principalmente os medos que cercam toda essa descoberta e aceitação de si mesmo e das pessoas em volta do personagem. 

A escrita do Robson me encantou bastante, a forma como ele contou os pontos por onde Daniel passou me tocou de tal forma, que eu me peguei chorando (muito) em diversas partes do livro, sempre que ele narrava um acontecimento difícil. Sou muito chorona! HAHA! 

Eu fiquei muito feliz por ter tido a oportunidade de ler esse livro, e de escrever sobre ele, só para dizer o quanto eu amei e me emocionei, e por todas as vezes que quis colocar Daniel no colo e dar muito amor a ele! KKKK 

Esse livro merece ser lido, por todos.