segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Um Milhão de Mundos Com Você




“Como ficar de luto por uma versão de você mesma?”

Chegamos ao terceiro e último livro da trilogia Firebird, da autora Claudia Gray. E se você não leu os livros anteriores, por favor, clique nas resenhas aqui: Mil pedaços de você (Livro1) e Dez mil céus sobre você (Livro 2). Se você já fez tudo isso, ou se já leu os livros e surtou como eu. Seja bem-vindo mais uma vez ao multiverso.

Após aquele final gritante de Dez mil céus sobre você, nos encontramos em mais um desafio, nossa heroína Marguerite terá que lutar contra ela mesma, ou melhor, contra sua versão do Triadeverso, a carinhosamente apelidada por “Do Mal”. Imaginem uma versão sua tentando te matar em todos os universos com um único objetivo destruir toda e qualquer chance de salvação de todo o multiverso, Imaginaram? Bizarro né? Agora somem essa loucura a um relacionamento estremecido por culpa de uma fragmentação. Nossa Meg ta bem lascada!

Nesse livro temos o famoso tudo ou nada, ou salvamos o universo e suas inúmeras dimensões ou perdemos tudo, inclusive o amor de sua vida. 

No desenrolar das páginas conseguiremos entender os motivos da “Do Mal’ ser assim, os motivos que levaram o Tríadeverso a quase causarem o caos nas dimensões. E ainda descobriremos se existe ou não futuro para Meg e Paul. E se o nosso menino Theo será feliz.

Eu amei o livro inteiro, ele tinha toda a ação que um encerramento com esse merecia. E pausa para uma declaração: CLAUDIA GRAY QUE GANCHOS VOCÊ DEIXAVA! TENHA PENA DA LEITORAA! HAHA. 

Desabafos a parte, o que eu amei nesse livro não foi apenas o Multiverso, ou o fato de ser o momento de triunfo ou derrota de uma heroína. O que eu amei nesse livro foi vermos não apenas a “Viajante Perfeita”, nele nós conseguimos ver de forma palpável, a Meg de 18 anos, apaixonada, amedrontada, petulante, guerreira e corajosa. 

Claudia Gray foi simplesmente incrível com esse livro. Um milhão de mundos com você soube costurar tudo isso, soube traçar o futuro não só de nossos protagonistas como de todos os secundários que faziam parte da história. Claudia não deixou nenhuma ponta solta, todas as pontas que existiam no desenrolar da série, são de fato seladas neste volume. 

O incrível dessa trilogia, é o fato dela nos mostrar que o mundo pode estar acabando ao nosso redor, mas quem tem o controle do nosso futuro, são as nossas escolhas, nossos sentimentos, nossas crenças e  nosso caráter.

 Me despeço dessa trilogia com gosto de saudades e acima de tudo grata por ser apresentada a um universo totalmente novo e a esses personagens incríveis.


Nenhum comentário:

Postar um comentário