segunda-feira, 26 de março de 2018

Destinado - As Memórias Secretas Do Sr. Clarke



Esta resenha contém spoilers do livro em questão, por isso pare agora mesmo essa leitura se você ainda não chegou nele! As resenhas dos volumes anteriores, “Perdida” e “Encontrada”, podem ser lidas aqui e aqui

E VOLTAMOS PARA A SÉRIE QUE ME ARRANCA CABELOS, MEU POVO!!
Sejam mais que bem-vindos ao terceiro livro da série Perdida, “Destinado”, e como Carina Rissi é Carina Rissi e tem um desejo no coração de me deixar louca, teremos enfim a voz maravilhosa do senhor Ian Clarke nos contar esse capítulo de sua história de amor com Sofia. É PRA GLORIFICAR DE PÉ, IGREJA!!


Ok, voltando ao foco. Em “Destinado” teremos tudo o que sonhamos – bem, eu sonhei, na verdade: a visão de Ian para alguns acontecimentos dos livros “Perdida”, “Encontrada” e sua visão do presente que estão vivendo. Tudo lindo, né? Sério, gente, a vida deles nunca é tranquila. O nosso celular bombástico vai voltar para abalar as estruturas de nosso príncipe encantado. Pra quem não entendeu nada do que eu contei, vamos lembrar um pouco do que rolou no primeiro livro, “Perdida”, e o volume seguinte, “Encontrada”. 

Nosso garoto conhece Sofia Alonso, que veio através de seu celular/máquina do tempo do século XXI para o passado, precisamente para o século XIX, e conheceu nosso querido, lindo e maravilhoso Ian e de cara se apaixonou por ele. Depois de muita treta, eles finalmente ficam juntos e a vida linda e perfeita deles começa... Bem, até “Destinado”.

Neste livro, Ian vive plenamente feliz sua vida como pai, esposo e irmão devotado que sempre foi para as três mulheres mais importantes de sua vida: Sofia, Marina e Eliza. Fofo, né? Mas as coisas começam a degringolar quando o bendito telefone - aquele mesmo- reaparece e começa a tocar. Desesperado, ele tenta de todas as maneiras o esconder e de certa forma consegue, até que dá tudo errado.

Um aniversário que acaba de forma errada selando um destino, um telefone que deveria sumir cai nas mãos erradas e Elisa, a irmã mais doce e encantadora do século XIX é levada para o futuro. Sentiram o caos, né? Desesperado e de certa forma culpado, Ian se sente responsável por salvar a irmã, entretanto só Sofia poderia fazer isso – afinal, ela já morou lá, né? Mas o Ian, ao mesmo tempo em que é lindo, também é teimoso à beça e indo contra todas as probabilidades, se mete no portal juntamente com Sofia para salvar a vida de sua irmã. Mas a pergunta que fica é: A que preço? 

Ver Ian no século XXI é impagável, pois vemos o desespero estampado na cara de um homem doce e calmo por conta do barulho, do caos e de tudo que faz o nosso presente ser tanto mágico quanto desnorteante. Existe uma cena- que é A cena - em que vemos nosso menino tentando se adequar aos trajes do século em que estão. E SENHOR JESUS! OBRIGADA, CARINA RISSI, POR ISSO! Como também existiram cenas fofas em que vimos a Sofia de fato mostrar quem ela é quando algumas mulheres caíam de amores por Ian só estar sendo Ian. #GIRLPOWER

Em “Destinado”, tivemos momentos para matar saudades de Nina – a melhor amiga da Sofia- e de seu marido Rafa, que nem imagina como a vida desse casal doido se entrelaça com a dele.  

Eu amo Carina Rissi e não é de hoje, mas esse livro é um dos que conseguiu mais me arrancar lágrimas e muitas, mas muitas gargalhadas. Assumo que em inúmeros momentos eu me diverti em situações como a explicação do famoso banheiro e do poder de uma privada, mas também pude chorar ao sentir o desespero de um homem perdendo as lembranças de sua vida feliz e correndo o risco de perder também a memória da mulher que ama. Sério, como eu quis abraçar a Sofia nesse livro, como aquela mulher me inspira! E como Ian, mesmo esquecendo tudo, conseguia se apaixonar inúmeras vezes por ela. 

“Destinado” é isso, é mostrar que um homem apaixonado por sua família e não apenas por sua mulher, pode sim ter forças para lutar até mesmo com o tempo e com suas memórias por sua vida, por sua família, e agarrar com unhas e dentes a chance de ser feliz que a vida já tinha lhe dado e que de maneira nenhuma ele iria permitir que escorresse por entre seus dedos. 









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