quinta-feira, 21 de junho de 2018

Clássicos De Quinta: Os Três Mosqueteiros



Cavaleiros de espadas, capas e batalhas são sempre bem-vindos no coração dos leitores vorazes e o clássico chega hoje com uma das obras mais importantes e emblemáticas já escritas por Alexandre Dumas, “Os Três Mosqueteiros”. Esse é um dos meus clássicos favoritos. Afinal, quem nunca ouviu a frase: “Um por todos e todos por um”? Todos, assim como eu, que reconheceram a frase, sabem que ela é a icônica do jovem D'artagnan. E ele não está entre os três mosqueteiros. Ainda. 

Talvez ninguém esteja entendendo, mas segura aí que eu vou explicar. Os três em questão são Athos, Porthos e Aramis. Os guarda costas de ninguém menos que Luís XIII.

Mas afinal, qual é a história deles e quem eles são?


A obra de Alexandre Dumas conta a história do jovem D'Artagnan um aspirante a mosqueteiro sai da aldeia de Meung em direção a Paris a fim de conquistar seu objetivo de seguir o exemplo de seu pai e se tornar um dos mosqueteiros do Rei Luís XIII. Antes de partir em sua jornada D’Artagnan recebeu de seu pai um cavalo, uma espada e a carta de recomendação para que entregasse ao comandante dos mosqueteiros. Dai em diante durante as situações que se seguem acabamos conhecemos os outros personagens e entre eles estão Athos, Porthos e Aramis, os três bravos mosqueteiros fieis a coroa, o próprio Luís XIII e sua esposa.

Ok, nada foi explicado como o fato de D'Artagnan ter virado amigo dos três mosqueteiros né? Só posso dizer que não foi só uma carta que o fez parte do time, ele precisou de muita garra, coragem e lealdade. Para  ser digno de vestir a roupa de mosqueteiro e lutar ao lado de seus "professores". E eu vou parar por aqui afinal, não trabalhamos com Spoilers!!

Até ai  tranquilo né? Não! Sério gente para um livro de 1844 ele é bem treteiro. Dumas não apenas me arruma um Cardeal péssimo para os nossos mosqueteiros enfrentarem, como ainda me arruma o demônio em forma de gente, na Millady. Juro! Essa mulher é amiga do demônio, só pode! Mas ai é que está o problema, ela foi tão bem escrita que você fica na duvida se a ama ou se odeia! #TENSO

Eu vou chegando no fim dessa resenha que mesmo curta é querida falando de como é incrível ler Alexandre Dumas e como é impossível não me apaixonar pela paixão e coragem de D'Artagnan, pela inteligencia e nobreza de Athos, pelo apaixonado Aramis e sua fé inabalável e eu preciso dizer que até do egoismo de Porthos eu sou apaixonada.

É um livro regado a aventuras, segredos e muita mais muita amizade. E sinceramente acho que esse é o ponto, cada mosqueteiro complementa o outro, cada um é um braço ou uma perna de um mesmo corpo. Então sim, a  frase mais conhecida do mundo ainda é a minha frase favorita "Um por todos e todos por um"

 

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