segunda-feira, 2 de julho de 2018

A Garota Do Calendário - Julho





ALERTA: Se você não conhece ou não leu os livros anteriores, por favor, clique em cima dos títulos e confira as resenhas: A Garota do Calendário – Janeiro; A Garotado Calendário – Fevereiro; A Garota do Calendário – Março; A Garota do Calendário – Abril; A Garota do Calendário – Maio e A Garota do Calendário –Junho.

Como diria Jojo Toddynho: “QUE TIRO FOI ESSE??” Sério, dona Audrey Carlan quer me enfartar! Só pode!

Sejam mais que bem-vindos a julho pessoas! Finalmente chegamos a mais um novo capítulo da jornada de Mia Saunders. E para quem não lembra quem é ela, vou contar um pouquinho para vocês lembrarem como essa história começou. Mia é uma garota comum que tem sua vida virada do avesso quando seu pai leva uma bela surra e vai parar no hospital por causa de uma dívida de jogo. O pai de Mia é um alcoólatra viciado em jogo que se vê com uma dívida imensa a um dos agiotas mais perigosos de Vegas. E é por essa dívida e para proteger sua família que Mia se torna acompanhante de luxo mensal, passando cada mês com um cliente novo para que o pagamento da dívida seja realizado em apenas um ano. Mas só um aviso: Nossa garota não é prostituta ok? Ela dorme com os caras se quiser, ela só é uma acompanhante no sentido mais literal da palavra, não confundam!

E com esse resumão, vamos começar A Garota do Calendário – Julho!

No mês de Julho, Mia ainda está lidando com a agressão do mês anterior – sem spoilers – quando é enviada para casa de Anton Santiago, ou melhor, Latin Lov-ah, um grande astro do hip-hop para ser a sedutora de seu novo clipe.

Anton é um cara muito legal, vem de uma família humilde e já passou por muitos perrengues na vida. O único problema dele é que ele é tapado! Ele não enxerga a assistente incrível que ele tem e não a valoriza como ela merece. E eu nem estou falando de amor romântico! Estou falando de irmandade e qualificação profissional. Bem, isso até a dona Mia mostrar que a vida não é assim e que a Heather vale ouro – e vale mesmo!

No começo da história tudo indica que talvez Mia se divirta com Anton, até o momento que flashbacks desse maldito trauma começaram a sufoca-la de tal forma que só mostravam que ela ainda não estava pronta para seguir em frente com a sua vida.

E eu preciso dizer, que foi nesse momento que eu quase viajei só para ir dar um abraço em dona Audrey! Gente, teve crossover nesse livro com a série Trinity!! Dona Maria De La Torre apareceu para mostrar como é que se dança e para ensinar a nossa garota que só enfrentando o mostro que superamos ele de fato. UMA LINDAAA!!

Voltando e ignorando meu pequeno surto de fangirl, Mia ganha nesse mês vários desafios, enfrentar o monstro no armário que a tem assombrado, arrumar a vida de Anton e Heather, e ainda tomar a maior decisão de sua vida atualmente: assumir que ela pode e tem direito de amar um tal surfista e ser feliz.

Acho que Julho veio como uma espécie de quebra de protocolo real, sabem? Vemos uma Mia quebrada por um passado estranho e por um trauma que ela não consegue esquecer, o medo de amar e se abrir para o mundo ao redor dela e principalmente o ato de coragem: assumir os riscos de suas escolhas.

Eu realmente tenho me encantado muito por essa série, até bem mais do que acreditava que iria me encantar. Eu assumo que tive muito, mais muito, medo de me decepcionar lendo mais do mesmo por doze longos meses. Mas não! Foi exatamente o oposto e o mais legal é que em cada fase dessa longa jornada, conseguimos ver nossa garota crescer, amadurecer e aprender que a vida é muito mais que preto no branco, que ela pode ter cores. E é isso que eu mais tenho amado nessa série. Então se eu indico a leitura? Eu indico muito! E que venha Agosto para me deixar de cabelo em pé!



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