terça-feira, 28 de agosto de 2018

Juntos Para Sempre




“Eu amava a Clarity, eu a amava tão completa e totalmente quanto um cachorro é capaz. Ethan tinha sido meu menino, mas Clarity era minha menina.”

A um tempo eu trouxe a resenha de “Quatro vidas de um cachorro” para vocês, e aqui vamos nós mais uma vez entrar na cabeça de Bailey e continuar a conhecer sua história na sequência “Juntos Para Sempre”.

Bailey não tem mais a companhia de Ethan, como no final do primeiro livro, agora ele é um cachorro velho, feliz e que acredita que cumpriu o que tinha que fazer aqui na Terra. Nesse segundo livro ele conhece Clarity, neta de Hanna que ainda é um bebê mas logo desperta no cachorro o instinto de proteção e o amor que ele tinha com seu antigo dono. Clarity é filha de Glória, que é uma mãe relapsa e irresponsável, além de uma pessoa extremamente egoísta.

Com a péssima relação que tem com a mãe, Clarity acaba desenvolvento muitos problemas emocionais conforme vai crescendo, e encontra no cachorro um amigo, e um grande companheiro pra passar pelas dificuldades que precisa enfrentar, além de um amigo humano, o Trent.

Nosso protagonista e narrador ainda é o cãozinho e aqui ele vai ter mais algumas vidas da mesma forma que teve no primeiro livro, a grande diferença é que ele vai sempre acompanhar Clarity durante toda a história.

E que história ele vai ter aqui! Gente, sério, preparem os lencinhos, e baldes pras lágrimas mais uma vez, por que esse livro não é nem um pouco fraco, ok? W. Bruce Cameron não teve nenhuma dó do meu coarção e veio com uma história cheia de sentimento, e do amor mais puro que um animalzinho pode nos dar. Vemos Carity enfrentar problemas como a depressão junto com seu cachorrinho e conquistar um final de arrasar com os restos do coração.

“Juntos Para Sempre” é um daqueles livros que faz você se perguntar tudo o que se passa na cabeça do seu animalzinho – se você tiver um  - e também se questionar sobre tantas outras coisas na nossa vida contidiana, sobre como vivemos e como passamos pela vida das pessoas ao nosso redor, mas também faz a gente perceber que muitas vezes o amor que esses animais podem ter pela gente é muito mais forte do que conseguimos imaginar. 



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