quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Clássicos de Quinta: Assassinato no Expresso do Oriente





Após tanto tempo escrevendo a coluna dos Clássicos aqui no blog, me senti mal por não ter falado da Dama do Crime até hoje. Em um dia qualquer que não me lembro exatamente qual (hahaha), estava mudando de  canais na TV e anunciaram a exibição do filme "Assassinato no Expresso do Oriente". Na mesma hora me lembrei que eu tinha o livro em casa e que nunca o tinha lido. Então decidi começar a leitura assim que fosse possível, mas graças a correria do dia-a-dia, acabei demorando um pouco mais do que eu esperava para concluir a obra.

No fim, deu tudo certo e aqui estamos com o Clássico de hoje!

Enquanto assistia ao filme naquele dia, me apaixonei por tudo que vi e ao final dele, me arrependi de não ter lido a história original antes. A leitura do mundo criado por Agatha Christie é uma experiência perfeita em todos os sentidos. Hercule Poirot, um dos clássicos detetives da autora, é um daqueles personagens que queremos ter por perto para ter a chance de aprender com ele e absorver todo conteúdo que pudermos. A história se inicia quando Poirot recebe um telegrama no hotel em que iria se hospedar na Turquia, pedindo que ele voltasse imediatamente a Londres. No caminho, sua viagem é interrompida por uma forte nevasca que paralisa todo o trem.

Em meio a essa confusão que se instala, existe ainda um passageiro polêmico, cheio de inimigos e que surpreende a todos quando é encontrado morto em sua cabine.

Suicídio? Assassinato? O que realmente ocorreu com ele? Só o nosso incrível detetive Poirot pode resolver esse mistério!

No início, senti que iria ser mais uma história "policia x ladrão" tradicional de clássicos que  encontramos com frequência em romances policiais, mas graças a Deus eu estava enganado e a rainha Agatha foi maravilhosa me dando de presente um final que me fez surtar, gritando: “Não acredito!”.

Se tem uma coisa que eu posso com certeza dizer é: Leiam o livro, vejam as adaptações cinematográficas e engulam essa obra sem medo, por que não haverá arrependimento.

Fica a dica e boa leitura!

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