quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

A Garota do Calendário - Dezembro




É com um aperto no coração cheio de saudades que eu começo essa resenha, sejam mais que bem-vindos ao último livro dessa jornada incrível que é “A Garota do Calendário – Dezembro”.



Em dezembro, teremos o fim da jornada da nossa Mia Sauders, que para os que não lembram se tornou uma acompanhante de luxo por 12 meses com o objetivo de salvar sua família de uma dívida milionária com um agiota. O que ela só não esperava é que durante esses meses a vida dela mudaria tanto.

"Durante o ano que se passou, ao lado de Mia e com a influência dela, eu também aprendi a confiar na jornada. Só que, pensando bem, a jornada nunca termina de fato. Cada dia pode ser o início de uma nova jornada. Uma nova vida."

Em “A Garota do Calendário – Dezembro” teremos nossa garota com uma missão diferente, ela será enviada para Aspen por causa de seu programa de televisão para entrevistar os artistas e artesãos locais, e inspirar seu público em um clima totalmente natalino. O que ela não esperava é que ao chegar lá daria de cara com o seu passado.

No meio desse furacão onde um fantasma até então morto ressurge, ela terá que lidar com seu primeiro natal em família. Sim, eu estou falando a família de seu noivo surfista que faz filmes e de Max a Maddy. Imaginem como está a cabeça da nossa garota ao enfrentar traumas do passado e realizar seu primeiro grande natal? Se você votou em: um caos completo, você chutou muito certo.

Algumas pessoas não entenderam a postura que Mia teve em relação ao encontro ao seu passado, mas eu realmente entendi e respeitei. Nem sempre é possível passar uma borracha em coisas que nos causaram marcas profundas, devemos respeitar nosso próprio tempo para permitir que certas feridas cicatrizem e possamos tentar abrir nosso coração de novo. E isso honestamente foi um ponto alto no livro, nos mostrou uma Mia humana, uma garota comum, uma colega de metrô, ou até nós mesmas.
Confesso que me decepcionei com a atitude do pops, mas me surpreendi com a postura da Mia em uma vez na vida optar por si mesma e por sua felicidade.

Posso dizer com convicção que Dezembro veio para encerrar a série com todo o carinho e respeito que ela merecia. Um final digno da Mia! Eu realmente me encantei com a forma como a Audrey trabalhou nesse livro, nós não vimos apenas uma garota apaixonada pelo cara dos sonhos, mas uma garota que mesmo sendo forte para o mundo pode sangrar, pode chorar, e pode e merece ser amparada por sua família. E isso para mim foi o fundamental.

Outro ponto alto desse livro foi termos o “felizes para sempre” da nossa menina com o menino que eu já tinha escolhido desde que o conheço, nas primeiras páginas do seu livro – desculpem, mas eu já tinha minhas preferências. Nosso menino surfista que fazia filmes se encaixava com a nossa menina aventureira e medrosa, e eu não tinha dúvidas disso. Ver como esses dois enfrentaram esse ano e essa jornada de certa forma juntos, mesmo que fisicamente separados, foi lindo. Ambos enfrentam grandes traumas e demônios ao longo desse ano, mas mesmo em meio a esse caos conseguem um sustentar o outro. E isso meus amigos, é lindo!

Me despeço dessa serie muito grata com tudo que li e aprendi durante esse ano, foram tantos temas, tantos tabus, tantos e tantos aprendizados que só em 12 livros para se tornarem fáceis de assimilar e se apaixonar.

E eu preciso dizer, que presente que dona Audrey Carlan nos deu com aquele epilogo, hein!? Ainda não superei! Como estou apaixonada e grata! Isso sem contar com o outro presente que que foi podermos saber o que tem rolado na vida desse povo que apareceu nos outros livros. Obrigada, Audrey!

Então para os que não leram essa série incrível, corram e comecem! E para os que estão encerrando assim como eu, *abracem aqui*.

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